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Conceitos básicos

Martinho SantosCaçador & fundador da CinergéticaLinkedIn

Os capítulos anteriores foram pedindo emprestadas palavras que ainda não tinham sido explicadas: terreno cinegético, época venatória, ato venatório, caça maior. Este capítulo paga essa dívida. É o vocabulário em que toda a lei da caça está escrita, definido pela própria lei, e a partir daqui todos os capítulos assumem que o sabes.

O percurso é simples: primeiro o quê, que são os recursos cinegéticos; depois o onde, com os terrenos onde se caça e aqueles onde não se caça; o que conta como caçar e quem pode ajudar sem ser caçador; o quando, que ocupa quatro secções entre épocas, calendário, dias e jornadas; e por fim o como e o com quê, que são os processos e os meios, antes de a lista das espécies fechar o capítulo. O objetivo não é decorares listas: o capítulo organiza-se em distinções entre época e período, dias e jornada, processo e meio, batedor e matilheiro, negaça e chamariz.