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Treino da ave

O treino liga o amansamento aos voos de chamada, ao voo livre e à caça adequada ao lance. O manual resume um método tradicional para uma ave criada pelos progenitores ou que não identifique a espécie humana como sua; não o apresenta como o único método possível.

Método e amansamento

O manual apresenta o amansamento como gradual e contínuo. A primeira velada, a fase inicial de manuseamento da ave, começa, de preferência, à noite, porque a luz reduzida modera as suas reações. É esta preferência pela noite que deves guardar para o exame.

Do punho ao voo livre

A ordem das etapas faz parte do método descrito pelo manual. O trabalho avança assim:

  1. A ave recebe o equipamento e é pesada para registar o peso de referência.
  2. Inicia um amansamento gradual e contínuo.
  3. O alojamento é preparado para receber a ave, com o banco no solo e a avessada ajustada para que não alcance as paredes da muda.
  4. Começa com saltos curtos para a luva.
  5. Passa a voos de chamada progressivamente mais longos, ainda com fiador.
  6. Trabalha com o rol.
  7. Avança para o voo livre e para o exercício.
  8. Chega à caça adequada ao tipo de lance.

Nesta progressão, o fiador assegura os voos de chamada antes do trabalho com o rol, do voo livre e do exercício.

Treino para o lance

Segundo a orientação do manual, o treino de baixo-voo é mais direto, mas beneficia de encontros suficientes com a caça. O treino de alto-voo é mais complexo e exige preparação física da ave.

O cão é útil no trabalho de cetraria e assume especial importância no alto-voo. Lê estas diferenças como orientação comparativa do manual, não como garantia de resultado para qualquer ave ou lance.